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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Roupas e Moda - Profª Ivone Fedeli


Roupas e Moda o que a Igreja tem a ver com isso? - Todos Estão Convidados para Palestra sobre Moda e Modéstia no Salão Paroquial!!! Participe e aprenda um pouco mais sobre as maneiras corretas de servir a Nosso Senhor no vestuário e no dia a dia! 

Dia: 27/09/2014 - Entrada Franca

Local: Salão Paroquial - Rua senador Flaquer, 285 - São Paulo
SP


Palestrante: Profª Ivone Fedeli

terça-feira, 1 de julho de 2014

Instrução sobre a modéstia por Pe. Daniel Pinheiro IBP


Publicado em 13/12/2012
A MODÉSTIA NA IGREJA
Padre Daniel Pinheiro

A vossa modéstia seja conhecida
de todos os homens. Filipenses IV, 5

I – Em relação à pureza:
1)    As vestes devem cobrir tudo o que está entre os joelhos e os ombros, incluindo joelhos e ombros, e em qualquer posição (de pé, sentado, ajoelhado). As vestes devem, portanto, possuir mangas e devem ser sem decotes.

2)    As vestes não devem ser transparentes nem em tom de pele.

3)    As vestes não devem ser apertadas ou coladas ao corpo.
 
Padre Daniel Pinheiro IBP
Essas regras se aplicam a homens e mulheres, mas, sobretudo, às mulheres, dada a maior fraqueza do homem nesse ponto. É preceito do Apóstolo São Paulo: “Do mesmo modo orem também as mulheres em traje honesto, ataviando-se com modéstia e sobriedade [...] como convém a mulheres que fazem profissão de piedade” (1Tim. II, 9 e 10).

Essas são as regras mínimas.
Ainda hoje no Vaticano é proibida a entrada de pessoas que estejam com joelhos ou ombros descobertos. Não há diferença essencial entre a Basílica de São Pedro e a mais singela Igreja: o mesmo respeito é, portanto, devido.

As mulheres evitem, sobretudo na Igreja, roupas mais convenientes ao sexo masculino (calças). Usem saias e vestidos: também isso é parte da modéstia.  Essas regras se aplicam em todo lugar, e com mais razão, portanto, na Igreja.

Resumindo: cubram-se os joelhos em qualquer posição, cubram-se os ombros, cubra-se tudo o que se encontra entre os dois. As mulheres usem saias e vestidos.

II – Em relação às circunstâncias
A roupa deve ser adequada àquilo que há de mais importante na face da Terra: a Casa de Deus, sobretudo quando nela se realiza o Santo Sacrifício da Missa.  A pessoa deve, então, vestir-se com dignidade para ir à Missa, evitando vestes demasiado informais.

Particularmente, sejam abolidas as vestes que contenham desenhos ou alguma mensagem escrita, mesmo para as crianças. Também não sejam usadas roupas com personagens de desenho, com frases escritas, camisetas de times de futebol, calças rasgadas, bermudas. Nada disso condiz com a santidade e dignidade do lugar. Não se deve, porém, cair no erro oposto. Dignidade com simplicidade e sem exageros.

Convém muitíssimo que as mulheres usem véu enquanto estão na Igreja, em particular durante os Sacramentos. São Paulo o adverte em sua Primeira Epístola aos Coríntios, Capítulo 11.

Dever do Sacerdote
É dever do sacerdote, explicitado nos mais diversos textos da Santa Sé e dos Bispos, ensinar a modéstia e exortar os fiéis a ela. Também é seu dever não administrar os sacramentos àqueles que não se apresentam vestidos modestamente para receberem as graças da Igreja.

A Modéstia
A modéstia no vestir é a virtude derivada da temperança que guarda a devida ordem da razão em nosso aparato exterior. Ela deve ser observada principalmente na Igreja, Templo do Altíssimo. As nossas vestes mostram quem nós somos, a nossa pureza e o grau de importância que atribuímos a um determinado local, a uma determinada pessoa, a uma determinada atividade. Assim, a modéstia deve estar de acordo com a pureza e com as circunstâncias em que se encontram as pessoas.

A modéstia no vestir diz respeito, antes de tudo, à pureza. A modéstia no vestir evita o próprio pecado – a pessoa não é motivo de escândalo para outras – e evita ao mesmo tempo o pecado do próximo. Trata-se, portanto, de caridade para consigo mesmo e para com o próximo. Para observar a modéstia no vestir, é preciso que a veste esconda mais do que mostre.

Embora haja certa variação em relação às épocas e localidades, há um limite a partir do qual uma veste será sempre imodesta e causará danos para os indivíduos e para a sociedade. Para esse tipo de veste (roupas de banho, minissaias, etc.) dizem os moralistas, é inválida a lei de que o que é comum e habitual não causa paixões. Pio XII dizia que “as vestes devem ser avaliadas não segundo a estimação de uma sociedade em decadência, mas segundo as aspirações de uma sociedade que preza pela dignidade e pela seriedade dos costumes.” Dizia também que “a moda não pode jamais ser uma ocasião próxima de pecado” (Discurso aos participantes do I Congresso de Alta Moda, 8/11/57).

Esse limite é posto pelos joelhos e os ombros, que devem estar sempre cobertos, assim como deve estar coberto tudo o que se encontra entre os dois.

É necessária a modéstia não porque o corpo seja mau em si, mas justamente por sua nobreza, porque ele é templo do Espírito Santo e por causa das feridas do pecado original. Adão e Eva se cobriram depois do pecado original e Deus os vestiu ainda mais: “Fez também o Senhor Deus a Adão e a sua mulher umas túnicas de peles e os vestiu” (Gen. III, 21).

No entanto, tal modéstia não consiste unicamente em não ser motivo de pecado para outros, mas também em vestir-se conforme ao próprio estado, às circunstâncias, ao grau de formalidade do lugar, da atividade e levando em conta a dignidade da pessoa com quem se está.

São necessárias regras concretas, sobretudo hoje em que a onipresença de vestes imodestas impede o bom-senso de discernir o que é realmente modesto ou não. Regras abstratas conduziram ao estado de coisas em que nos encontramos hoje. Como já dito, o costume não pode tornar modesta uma veste em si imodesta. Ademais, ninguém é um bom juiz da própria causa, particularmente quando se trata de modéstia.

No Ato de Desagravo ao Sagrado Coração, redigido sob as ordens do Papa Pio XI (AAS 20, p. 183, 1928), nós dizemos: “De todos estes tão deploráveis crimes, Senhor, queremos nós hoje desagravar-vos, mas particularmente da licença dos costumes e imodéstias do vestido, de tantos laços de corrupção armados à inocência [...].”

Possamos recitar tal ato com sinceridade, começando por nos vestir modestamente. Deus há de recompensar os esforços dos que se vestem modestamente e evitam assim o próprio pecado e o pecado do próximo. Os exemplos de Nossa Senhora, Virgem Puríssima, e de São José, seu castíssimo esposo, devem ser seguidos por aqueles que amam a Deus sobre todas as coisas.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

As pérolas jogadas aos porcos



Nada é tão terrível quanto um tesouro afundado em um lamaçal. Nada é tão péssimo quanto a corrupção das coisas santas.


Não existe nada mais terrível que ver um grande tesouro afundado em um denso lamaçal. Por isso a advertência do Evangelho: "Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas" [1]. A pérola é algo muito precioso. A simples razão ensina ao homem que aquilo que é precioso deve ser guardado, tratado com bastante zelo e cuidado. Aos porcos, lança-se lavagem, não pedras preciosas; aos porcos, lançam-se as sobras, não aquilo que se tem em alta conta.

No mundo antigo, no entanto, certas pérolas jaziam afundadas na lama e foi o Cristianismo, com a verdade de sua doutrina e o vigoroso testemunho de seus adeptos, que recuperou a razão e a justiça então obscurecidas pelos pecados dos homens. Em tempos como os nossos, em que um malfadado feminismo prega ódio e desrespeito à religião, nada melhor que lembrar o respeito e a dignidade que a religião cristã devolveu às mulheres "em sua condenação do divórcio, do incesto, da infidelidade conjugal e da poligamia" [2].

O Império Romano foi escolhido por Deus para presenciar a "plenitude dos tempos" [3]. Era o ambiente apropriado para a visita de um Senhor preocupado mais com os enfermos e pecadores que com os saudáveis e justos [4]. De fato, a situação em que aí se encontravam os homens – e principalmente as mulheres – era degradante. As leis e escritos da época pressupunham "o direito de abandonar os filhos do sexo feminino" e a "a prerrogativa [dos homens] de determinar às esposas e amantes que praticassem o aborto" [5]. Uma sociedade permissiva como a antiga – em que o divórcio era plenamente acessível e a poligamia amplamente praticada – dava à figura masculina poder de subjugar as mulheres, tornando-as mais escravas que seres humanos de verdade.


Assim se encontrava o mundo antigo – com louváveis exceções, verificadas num e noutro lugar – até a chegada de Cristo. Com Ele, que, no seio do Pai, escolheu uma mulher para ser a mais virtuosa criatura que a terra viria a conhecer; com Ele, que, ressuscitado, apareceu primeiro a mulheres [6]; com Ele, que, pela boca de São Paulo, abolia todas as distinções entre as pessoas – já não havia mais "judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher" [7], mas todos eram um só em Cristo; com Ele, restaurou-se a esperança à feminilidade então tão suja e obscurecida pelo pecado e pela vileza humana. Historicamente, é inegável: "a mulher em si mesma (...) nunca foi tão exaltada como no cristianismo" [8].

A tradição cristã impregnou na cultura ocidental a consciência de que a mulher é muito mais que seus atributos físicos e naturais; que a mulher não é um pedaço de carne a ser idolatrado, mas um todo de humanidade através do qual é possível vislumbrar a eterna beleza do Criador. Ainda hoje, mulheres que aceitaram a doutrina cristã sobre a modéstia dão testemunho da leveza, da delicadeza e da simplicidade da autêntica beleza feminina.

"[A mulher] tem outras belezas muito mais excelentes e nobres: a beleza da sua inteligência, a beleza dos seus sentimentos e, sobretudo, a beleza da sua virtude e do seu caráter. Não se pode prescindir desta beleza espiritual, sob pena de rebaixar e degradar a mulher à condição vil dos irracionais. Seria o mesmo que entregar uma criatura humana, a pretexto de que é composta de carne e ossos, aos cuidados e ao laboratório do veterinário" [9].

Por isso, não é possível olhar para certas reivindicações de movimentos ditos "progressistas" senão com ceticismo e vergonha. Feministas que vão às ruas pelo direito de ser "vadias" ou que se proclamam "prostitutas" [10] podem estar fazendo o que for, menos defendendo a dignidade da mulher. Rebaixar-se à disposição aparentemente "livre" dos próprios corpos – como se fossem apenas matéria –, expor totalmente as próprias pernas e partes íntimas ao público – como se fossem pedaços de carne num açougue –, pedir o "direito" de matarem os próprios filhos que são concebidos em seu ventre – como se esses fossem mera "extensão" de seus membros –, não só é desconsiderar o alto valor que têm as mulheres – muito maior que o preço das pérolas e das joias mais caras! É como entregá-las "aos cuidados e ao laboratório do veterinário"; é transportá-las ao nível dos animais; é, real e lamentavelmente, lançá-las aos porcos.

O que querem essas senhoritas – que dizem "representar" as mulheres – é a volta à Antiguidade, no mais horrível e decadente de seus aspectos; a volta ao aborto e ao infanticídio, ao divórcio e à poligamia, à degradação sexual e à permissividade dos costumes... na ilusão de que tudo isso as liberte. Só que a história é uma grande mestra: esses instrumentos que as feministas de hoje consideram "libertadores" são, miseravelmente, as mesmas armas que as prenderam à escravidão noutros tempos. Não as tornam "mais mulheres"; au contraire, colocam-nas abaixo de sua própria natureza e vocação; lançam-nas, terrivelmente, aos cães e aos porcos.
 
Corruptio optimi pessima est, diz um adágio latino. A corrupção dos ótimos é péssima, a corrupção de quem deveria, por sua alta dignidade, ser melhor, é ainda pior que as outras corrupções. A corrupção da mulher, pelo feminismo, deforma-a a ponto de torná-la irreconhecível... como uma pérola escondida em um chiqueiro, como uma joia cujo brilho é ofuscado por uma porção de lama.

Ainda hoje – e especialmente hoje –, ressoam firmes as palavras de Cristo: "Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas". Que as mulheres tomem consciência do grande dom e do alto valor que possuem – e correspondam com coragem à sua dignidade.

Por Equipe
Christo Nihil Praeponere

Referências
Mt 7, 6
Rodney Stark. O crescimento do cristianismo: um sociólogo reconsidera a história. São Paulo: Paulinas, 2006. p. 119
Gl 4, 4
Cf. Mt 9, 12-13
Rodney Stark. O crescimento do cristianismo: um sociólogo reconsidera a história. São Paulo: Paulinas, 2006. p. 137
Cf. Mt 28, 9; Mc 16, 9; Jo 20, 11-18
Gl 3, 28
Dom Aquino Corrêa. Elevação da mulher, 9 de dezembro de 1934. In: Discursos, vol. II, tomo II. Brasília, 1985. p. 137
Dom Aquino Corrêa. Concursos de beleza, 27 de dezembro de 1930. In: Discursos, vol. II, tomo II. Brasília, 1985. p. 68-69
Veja-se, por exemplo, o vídeo de um grupo feminista (sic), disponível no YouTube. Avisamos que possui palavras ofensivas e de baixo calão. 

domingo, 4 de maio de 2014

II Parte - Imaculada Conceição por Padre Júlio Maria de Lombaerde



II Parte 


Apologética Católica com o Padre Júlio Maria de Lombaerde, + 1944
(Retirado do Livro "Luz nas Trevas - Respostas irrefutáveis as objeções protestantes".)
 


III. A Lei geral

A lei geral é o que o pecado de Adão e Eva passa a todos os seus descendentes, por isso todos os homens nascem com a mancha do pecado original. Esta verdade é claramente ensinada pela Sagrada Escritura, e especialmente por S. Paulo (Rom 5).


O Concílio Tridentino a proclamou dogma católico e a tradição da Igreja, neste particular, é constante e universal.

O Criador, para lembrar aos nossos primeiros pais a sua dependência da criatura, proibiu-lhes que comessem da fruta da árvore do bem e do mal (Gen 2,17).

Adão e Eva desobedeceram a Deus, e esta desobediência constitui o pecado original. Tudo isso figura na Bíblia (Gn 3,6).

O tal pecado, sendo cometido pelo primeiro homem, passa a toda a sua posteridade. Adão viveu, diz a Bíblia, e gerou à sua semelhança e conforme sua imagem (Gn 5,3). Adão, pecador, gerou outro pecador. É lógico. Por um só homem entrou o pecado no mundo, diz S. Paulo (Rom 5,12). Todos nós, como filhos de Adão e Eva, nascemos com a alma manchada pelo pecado original.

O testemunho de S .Paulo é explícito: Assim como o pecado entrou no mundo por um só homem e pelo pecado a morte, assim também passou a morte a todos os homens, porque todos pecaram num só (Rom 5,12).

Segundo S. Paulo, houve, pois, pecado num homem só, e este pecado, com as consequências, tornou-se universal, ao santo rei David. Fui gerado na iniquidade, e minha mãe concebeu-me no pecado (Sl 50,7).

Eis a lei geral: Todos os homens, como filhos de um pai decaído, como era Adão, nascem decaídos, do mesmo modo como de um rei decaído nascem filhos decaídos.

IV. As exceções a esta lei

O grande argumento dos protestantes é que todos os homens pecaram. E eles concluem: Maria, a Mãe de Jesus, era de raça humana – logo ela pecou. O raciocínio é exato, porém o caso é de repetir a palavra de Judite: Quem sois vós para tentar a Deus (Jdt 6,2), para pôr limites a seu poder? Tal é a lei geral, porém supremo legislador pode derrogar as leis por ele estabelecidas.

A Bíblia está repleta destas derrogações. O movimento do sol e da lua está matematicamente fixado pela lei da natureza; enquanto Josué não hesitou em fazê-lo parar: Sol, detém-se em Gibaon, e tu, lua, no vale de Ajalon. E o sol se deteve e a lua parou (Jos 10, 12-13).

É uma lei que as águas seguem a correnteza do seu curso, entretanto Moisés estendeu a sua mão sobre o mar...e o mar tornou-se enxuto, e as águas foram partidas...como muro à sua direita e à sua esquerda (Ex 14, 21-22).

É uma lei que um morto fica morto até à ressurreição geral, entretanto o próprio Cristo-Deus, diante do cadáver de Lázaro já em putrefação, exclamou: Lázaro, sai... E imediatamente aquele que estava morto saiu vivo. (Jo 11, 43-44). Que prova isso, meu caro protestante? Isso prova que: Nada é impossível a Deus (Lc 18,27).

Todos os homens pecaram em Adão e Eva, e nascem com o pecado original. É a lei geral. Deus pode derrogar esta lei, como pode derrogar muitas outras, quando o julgar necessário ou conveniente.

Ora, era absolutamente necessário que ele derrogasse esta lei em favor do seu próprio Filho. O Deus de toda pureza não podia entrar em contato com o pecado. Estes dois termos excluem-se mutuamente. Se Jesus se contaminasse pelo pecado, não seria mais a pureza infinita...e não o sendo mais deixaria de ser Deus, porque em Deus tudo é infinito.

Escute bem, caro protestante...

Ora, Cristo, infinitamente puro, não o seria mais, se ele tomasse um corpo formado por uma carne e um sangue maculados pelo pecado. O filho recebe o seu corpo do corpo e do sangue da sua mãe. – O filho é uma continuação dos seus pais.

O corpo de Jesus Cristo é um corpo formado pela carne e pelo sangue da Santíssima Virgem. Ele é o filho de Maria: Aquele que há de nascer de ti, será chamado o filho de Deus, diz S.Lucas (1,35).

Sendo o corpo de Jesus formado do sangue de Maria, e devendo este corpo ser uma pureza infinita – pois é o corpo de Deus – é absolutamente exigido que a carne e o sangue de Maria sejam de uma pureza absoluta, isto é, sem pecado original.

Havia duas maneiras de alcançar esta pureza: a purificação ou a isenção do pecado original.

Qual destes dois modos há de ser mais conveniente?

A discussão é inútil. Se Maria SS. tivesse sido apenas purificada do pecado, ela teria sido escrava, pelo menos durante uns instantes, do demônio, e mais tarde o demônio teria podido lançar no rosto do Salvador este insulto: “Tua mãe! Ela foi minha antes de ser tua! Eu a possuí maculada!” Uma tal suposição é horrível!

Vai, Satanás, longe daqui. Nunca...nunca...nem durante um instante...tu dominarás a mulher bendita entre todas as mulheres! O Senhor estará com ela desde o princípio, e onde está o Senhor, lá não pode estar Satanás. Ela será cheia de graça... E se ela fosse dominada pelo mal, se ela o fosse apenas um instante, não estaria mais cheia de graça; faltaria a graça inicial.

Eis por que a Mãe de Jesus não podia ser simplesmente purificada do pecado... devia ser preservada.