Nosso Canal

sábado, 24 de maio de 2014

Datas das celebrações da Santa Missa Tridentina - Rainha Santa Isabel de Portugal, Dioc. de Santo Amaro - SP




Localização: Em frente ao portão G do Autódromo. A 500mts da Estação Autódromo da CPTM

Emprestar-se a Maria!



 Pe. Júlio Maria de Lombaerde

Entre amigos, que vivem juntos, formando um só coração, uma só alma, há uma coisa que mostra a afeição mútua ao mesmo tempo em que a sustenta e alimenta; é emprestar uns aos outros diversos pequenos objetos, de que se precisa, às vezes, inesperadamente, sem tê-los à mão. E o outro é feliz em emprestar este objeto. Será talvez um livro, um canivete, um instrumento qualquer. E nós, que vivemos perto da Santíssima Virgem, nessa comunhão de todo instante, não nos seria possível emprestar-lhe, às vezes, qualquer coisa?


Delicioso e doce pensamento! Vou emprestar-me a Maria Santíssima.

Ó minha Mãe, eu te empresto as minhas mãos. Digna-te servir-te delas para socorrer todos aqueles que precisarem. Com minhas mãos tu darás, tu guiarás, tu aliviarás.

Eu serei o criado, o escravo, dando, guiando, aliviando com estas mãos, que eu te emprestei.

Querida Mãe, eu te empresto minha língua, serve-te dela para consolar, aconselhar, animar e rezar. Serás tu que farás tudo isso, por minha língua; e eu ainda serei criado, agindo para Ti e sob a tua influência.

Ó Maria, eu te dou minha inteligência. Toma-a e dela te serve para instruir, iluminar; para falar de Ti e a Ti. E eu sempre pobre criado não deixarei entrar nessa inteligência nada, que não seja de Ti e para Ti.

Ó Maria, eu te dou a minha vontade. Ela é fraca, vacilante, inconstante, inclinada ao mal..., mas, pouco importa, eu te empresto esta vontade, para que tu dela aproveites para a maior glória de Deus.

Ó Maria, eu te empresto o meu coração. Tu queres ainda viver entre nós para amar, compadecer, para enxugar as lágrimas. E para assim amar, precisas de um coração, aqui na terra. Toma o meu e nele coloca a tua bondade, tua ternura, tua dedicação e que, em todas as almas, com que tratarei, possa eu derramar um pouco de tua bondade e de teu amor de Mãe.

Ó Maria, eu te empresto o meu ser inteiro, meu corpo, minha alma, minhas faculdades, meus bens espirituais e temporais. Toma tudo, tudo, e serve-te desse tudo, para prestar serviço, para socorrer, para abrigar o pobre, para acalmar as queixas da desgraça e fazer-te conhecer das crianças, às quais não se fala bastante de Ti.

Totus tuus sum ego et omnia mea tua sunt. – Eu te pertenço inteiramente com tudo que é meu.

As conclusões práticas deste empréstimo são das mais consoladoras.

Quando o mundo convidar-nos para participar de seus passageiros e vãos gozos, fiquemos fiéis ao nosso contrato com a doce Virgem e respondamo-lhe: “Não posso; não sou mais senhor de mim; emprestei-me à Mãe de Deus; é a ela, pois que se deve dirigir o convite.”

Quando o demônio nos importunar com suas tentações, digamos-lhe sem hesitação: “Vai, miserável; tens de haver-te com um mais forte do que tu. Não é a mim, mas a Virgem Imaculada, a qual uma vez primeira te esmagou a cabeça e que ainda saberá descobrir e aniquilar tuas armadilhas.”

Quando a carne corrupta e corruptora, excitar em nós suas paixões ardentes, fitemos a Virgem Pura e protestemos altamente que não queremos retomar o que lhe temos emprestado.

Quando, enfim, o desânimo infiltrar-se em nossas veias e ameaçar o vigor de nosso corpo, saibamos levantar a cabeça e o coração para lutar ainda, para sempre lutar, visto ser a Virgem que luta conosco e em nós. E a Virgem é invencível!

Porque desanimar! A vitória é, pois, certa. Pouco importa que a luta seja árdua e os inimigos experimentados.

Mundo, demônio e carne podem nos assaltar, mas só vence, quem quer ser vencido. Aqueles que oram e que se emprestam a Maria, são invencíveis, porque participam das prerrogativas da divina Mãe de Jesus.

Fonte: A grande Guerra

quarta-feira, 14 de maio de 2014

As pérolas jogadas aos porcos



Nada é tão terrível quanto um tesouro afundado em um lamaçal. Nada é tão péssimo quanto a corrupção das coisas santas.


Não existe nada mais terrível que ver um grande tesouro afundado em um denso lamaçal. Por isso a advertência do Evangelho: "Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas" [1]. A pérola é algo muito precioso. A simples razão ensina ao homem que aquilo que é precioso deve ser guardado, tratado com bastante zelo e cuidado. Aos porcos, lança-se lavagem, não pedras preciosas; aos porcos, lançam-se as sobras, não aquilo que se tem em alta conta.

No mundo antigo, no entanto, certas pérolas jaziam afundadas na lama e foi o Cristianismo, com a verdade de sua doutrina e o vigoroso testemunho de seus adeptos, que recuperou a razão e a justiça então obscurecidas pelos pecados dos homens. Em tempos como os nossos, em que um malfadado feminismo prega ódio e desrespeito à religião, nada melhor que lembrar o respeito e a dignidade que a religião cristã devolveu às mulheres "em sua condenação do divórcio, do incesto, da infidelidade conjugal e da poligamia" [2].

O Império Romano foi escolhido por Deus para presenciar a "plenitude dos tempos" [3]. Era o ambiente apropriado para a visita de um Senhor preocupado mais com os enfermos e pecadores que com os saudáveis e justos [4]. De fato, a situação em que aí se encontravam os homens – e principalmente as mulheres – era degradante. As leis e escritos da época pressupunham "o direito de abandonar os filhos do sexo feminino" e a "a prerrogativa [dos homens] de determinar às esposas e amantes que praticassem o aborto" [5]. Uma sociedade permissiva como a antiga – em que o divórcio era plenamente acessível e a poligamia amplamente praticada – dava à figura masculina poder de subjugar as mulheres, tornando-as mais escravas que seres humanos de verdade.


Assim se encontrava o mundo antigo – com louváveis exceções, verificadas num e noutro lugar – até a chegada de Cristo. Com Ele, que, no seio do Pai, escolheu uma mulher para ser a mais virtuosa criatura que a terra viria a conhecer; com Ele, que, ressuscitado, apareceu primeiro a mulheres [6]; com Ele, que, pela boca de São Paulo, abolia todas as distinções entre as pessoas – já não havia mais "judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher" [7], mas todos eram um só em Cristo; com Ele, restaurou-se a esperança à feminilidade então tão suja e obscurecida pelo pecado e pela vileza humana. Historicamente, é inegável: "a mulher em si mesma (...) nunca foi tão exaltada como no cristianismo" [8].

A tradição cristã impregnou na cultura ocidental a consciência de que a mulher é muito mais que seus atributos físicos e naturais; que a mulher não é um pedaço de carne a ser idolatrado, mas um todo de humanidade através do qual é possível vislumbrar a eterna beleza do Criador. Ainda hoje, mulheres que aceitaram a doutrina cristã sobre a modéstia dão testemunho da leveza, da delicadeza e da simplicidade da autêntica beleza feminina.

"[A mulher] tem outras belezas muito mais excelentes e nobres: a beleza da sua inteligência, a beleza dos seus sentimentos e, sobretudo, a beleza da sua virtude e do seu caráter. Não se pode prescindir desta beleza espiritual, sob pena de rebaixar e degradar a mulher à condição vil dos irracionais. Seria o mesmo que entregar uma criatura humana, a pretexto de que é composta de carne e ossos, aos cuidados e ao laboratório do veterinário" [9].

Por isso, não é possível olhar para certas reivindicações de movimentos ditos "progressistas" senão com ceticismo e vergonha. Feministas que vão às ruas pelo direito de ser "vadias" ou que se proclamam "prostitutas" [10] podem estar fazendo o que for, menos defendendo a dignidade da mulher. Rebaixar-se à disposição aparentemente "livre" dos próprios corpos – como se fossem apenas matéria –, expor totalmente as próprias pernas e partes íntimas ao público – como se fossem pedaços de carne num açougue –, pedir o "direito" de matarem os próprios filhos que são concebidos em seu ventre – como se esses fossem mera "extensão" de seus membros –, não só é desconsiderar o alto valor que têm as mulheres – muito maior que o preço das pérolas e das joias mais caras! É como entregá-las "aos cuidados e ao laboratório do veterinário"; é transportá-las ao nível dos animais; é, real e lamentavelmente, lançá-las aos porcos.

O que querem essas senhoritas – que dizem "representar" as mulheres – é a volta à Antiguidade, no mais horrível e decadente de seus aspectos; a volta ao aborto e ao infanticídio, ao divórcio e à poligamia, à degradação sexual e à permissividade dos costumes... na ilusão de que tudo isso as liberte. Só que a história é uma grande mestra: esses instrumentos que as feministas de hoje consideram "libertadores" são, miseravelmente, as mesmas armas que as prenderam à escravidão noutros tempos. Não as tornam "mais mulheres"; au contraire, colocam-nas abaixo de sua própria natureza e vocação; lançam-nas, terrivelmente, aos cães e aos porcos.
 
Corruptio optimi pessima est, diz um adágio latino. A corrupção dos ótimos é péssima, a corrupção de quem deveria, por sua alta dignidade, ser melhor, é ainda pior que as outras corrupções. A corrupção da mulher, pelo feminismo, deforma-a a ponto de torná-la irreconhecível... como uma pérola escondida em um chiqueiro, como uma joia cujo brilho é ofuscado por uma porção de lama.

Ainda hoje – e especialmente hoje –, ressoam firmes as palavras de Cristo: "Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas". Que as mulheres tomem consciência do grande dom e do alto valor que possuem – e correspondam com coragem à sua dignidade.

Por Equipe
Christo Nihil Praeponere

Referências
Mt 7, 6
Rodney Stark. O crescimento do cristianismo: um sociólogo reconsidera a história. São Paulo: Paulinas, 2006. p. 119
Gl 4, 4
Cf. Mt 9, 12-13
Rodney Stark. O crescimento do cristianismo: um sociólogo reconsidera a história. São Paulo: Paulinas, 2006. p. 137
Cf. Mt 28, 9; Mc 16, 9; Jo 20, 11-18
Gl 3, 28
Dom Aquino Corrêa. Elevação da mulher, 9 de dezembro de 1934. In: Discursos, vol. II, tomo II. Brasília, 1985. p. 137
Dom Aquino Corrêa. Concursos de beleza, 27 de dezembro de 1930. In: Discursos, vol. II, tomo II. Brasília, 1985. p. 68-69
Veja-se, por exemplo, o vídeo de um grupo feminista (sic), disponível no YouTube. Avisamos que possui palavras ofensivas e de baixo calão. 

terça-feira, 13 de maio de 2014

Milagre de Calandra - "A perna reimplantada."



Miguel Juan Pellicer, um companheiro jovem de cerca de 20 anos, estava trabalhando na fazenda do seu tio, na aldeia de Castellón em 1637.  Um carro puxado por mulas correu sobre sua perna, fraturando a tíbia. Rapidamente, seu tio o levou para o hospital em Valência. A história, como registrado, diz que Pellicer ficou no hospital Valencia por cinco dias, até que foi decidido que ele precisava de mais ajuda do que eles poderiam fornecer. Pellicer foi enviado, a pé, com uma perna quebrada, para o maior hospital em Zaragoza, uma viagem que levou 50 dias.

  Uma vez ele chegou em Zaragoza, febril e doente, os médicos descobriram a perna para ser gangrenada e em estado grave.  Pellicer perna direita foi amputada "quatro dedos abaixo do joelho" e foi enterrado em um lote especial no hospital. Ele ficou no hospital por vários meses, e foi fornecido com uma perna de madeira e uma muleta. Ele, então, pediu às autoridades da igreja na Basílica de Nossa Senhora do Pilar, em Zaragoza autorização para ganhar a vida como um mendigo, que foi concedida. Pellicer viveu em Saragoça por dois anos, participando de missa diária na Basílica, e aceitar esmolas dos cidadãos. O piedoso jovem amputado era um rosto familiar na cidade.

   Miguel Juan Pellicer costumava esmolar diante do Santuário de Nossa Senhora do Pilar e era muito devoto da Virgem. Ia com frequência à Basílica do Pilar, onde confessava e comungava cada sete dias,.Seguidamente ele passava, no toco da perna, óleo das lamparinas que se acendiam na capela de Nossa Senhora do Pilar.

  Por fim, ele decidiu voltar para casa.Montava um burro todo o caminho para casa de seus pais em Calanda, onde ele cresceu. Sua família foi muito feliz ao vê-lo, mas desde que ele não poderia trabalhar, ele passou um par de semanas a andar de burro para aldeias vizinhas implorando. E então, uma noite, aconteceu.

  Um soldado viajando estava passando a noite no próprio quarto Pellicer, assim Pellicer levou um saco de dormir no chão do quarto de seus pais. De manhã, os pais viram não um, mas dois pés salientes a partir da extremidade do cobertor curto!  Eles animadamente acordaram seu filho, que estava tão surpreso quanto qualquer um, e a notícia rapidamente se espalhou por toda a aldeia que o amputado jovem tinha sido milagrosamente curada.

  Um exame da perna revelou que era a mesma perna que ele sempre teve. Ele tinha uma cicatriz de onde o cisto havia sido retirado quando ele era uma criança, duas cicatrizes feitas por espinhos, e outra de uma mordida de cachorro em sua panturrilha. O mais notável foi uma cicatriz onde a roda de carro esmagou sua tíbia. A perna foi dito para aparecer magro e atrofiado, mas dentro de alguns dias ele estava usando-o normalmente.

  Como a história se espalhou, ele atraiu os curiosos. Poucos dias após a restauração milagrosa, uma delegação composta de um padre, um vigário, e o local real notário veio a Calanda para ver por si mesmos e para preparar um registro oficial do evento.  Eles tomaram depoimentos de testemunhas e cuidadosamente documentado história de Pellicer.

   Dois meses depois, um julgamento foi aberto em Zaragoza, onde mais de 100 pessoas testemunharam que tinha conhecido Pellicer com apenas uma perna, enquanto que agora ele tinha duas. Dez meses mais tarde, o arcebispo prestado um veredicto que a restauração da perna foi canonizado como um verdadeiro milagre.  Desde essa data, os céticos já não foram capazes de cobrar que Deus não cura amputados. 

   Estes são os seguintes:

Documentação do batismo  Miguel Juan Pellicer, confirmando que ele era uma pessoa real.

Registo de admissão Pellicer ao hospital em Valência.

 Relatório original da delegação autenticada dos depoimentos colhidos em   Calanda, incluindo declarações de pessoas que o viram chegar à cidade com uma perna e acordar com duas.

  Uma cópia autenticada e com firma reconhecida das atas originais do julgamento em Zaragoza, incluindo declarações de pessoas que conheciam Pellicer como um mendigo perneta.

   Há também muitos outros documentos que não necessariamente apoiar a alegação de milagre, mas de apoio que outras partes da história, por exemplo, a prova de que outras pessoas nomeadas na história existem, prova de que, depois do milagre Pellicer foi convidado para a corte real em Madrid, e livros e outras publicações que recontam o evento.Mais tarde em outubro de 1641, Felipe IV, rei de Espanha, no meio da corte espanhola, rodeado de todo o corpo diplomático interrogou publicamente a Miguel e aos relatores do processo. Verificou ele próprio a reimplantação miraculosa da perna, e, diante do assombro de todos, ajoelhou-se e beijou a perna, fazendo com isso um verdadeiro ato de fé.

 Esses documentos são de fato legítimos.

  A Prefeitura de Zaragoza, a 8 de maio de 1640, reuniu-se em conselho extraordinário e plenário, e nomeou três procuradores para pesquisar o caso, além de solicitar do Sr Arcebispo que instaurasse um acurado processo canônico, a expensas da Prefeitura Conservam-se todas as atas de ambos os inquéritos.

   O inquérito da Prefeitura começou só dois meses depois do milagre. 0 canônico, só após três meses. Bem contemporâneos dos fatos. Inquéritos detalhadíssimos. Muitas comprovações. Depoimentos de multidão de pessoas que conheceram e conviveram com Miguel Juan Pellicer, antes e depois do acidente, antes e depois da amputação. Vi um grande tapete que há no Palácio Real de Madri, representa o Rei Felipe IV beijando a perna regenerada de Miguel Juan Pellicer. Lord Hopton, embaixador da Inglaterra na Espanha, certificou independentemente que esteve presente quando El-Rei se ajoelhou, descobriu a perna recuperada e beijou a cicatriz da amputação.

  Foram realizadas recentemente novas pesquisas históricas a respeito, com levantamento abundante e irrefutável de documentos. 0 milagre com “0 coxo de Calanda” foi em 1640.

  Somente em 1959 se realizou com sucesso a primeira operação de recolocar uma perna cortada. Os cirurgiões do Hospital Mont-Eden, de Hayward (Califórnia – USA), conseguiram recolocar uma perna, mas imediatamente ao acidente (não três anos depois), sadia (não gangrenada) e que ficara ainda unida ao corpo por consideráveis partes de carne (não uma perna enterrada!). E o maravilhoso êxito da cirurgia humana precisou meses de cuidados médicos antes de o paciente ser dado de alta.

 Seus pais examinaram a perna amputada descobrindo imediatamente sinais inconfundíveis que permaneciam nela. “O mais notório e principal, a cicatriz originada pela roda do carro que lhe fraturara a tíbia; outra cicatriz, menor, ocasionada pela extirpação, na adolescência, de um abcesso; e, por último, dois profundos sinais de cortes provocados por um arbusto de espinhos, e as marcas da mordida de um cachorro”.

  Quando amanheceu o 30 de março, e se difundiu a notícia por todo o povoado, Pe. Jusepe se aproximou da casa dos Pellicer com muita gente. Entre estas o primeiro magistrado, o juiz que era ao mesmo tempo o responsável da ordem pública, Martín Corellano. Acorreram também o jurado maior, o prefeito Miguel Escobedo, o “jurado segundo”, Martín Galindo, e o notário real Lázaro Macario Gomez. Encontravam-se também os dois cirurgiões locais, que certificaram o fato de maneira profissional. Ambos declarariam ter que render-se à evidência, que havia deixado por terra sua instintiva incredulidade. O notário lavrou uma ata notarial constatando o fato ocorrido.

  Tratava-se de uma expedição inesperada à que devemos um documento extraordinário, para não dizer único, como único é o caso que aparece neste documento legal. Estamos ante uma intervenção divina testemunhada por uma ata notarial, diante de um milagre com a garantia de um documento ajustado à normativa vigente e corroborado por dez testemunhas oculares, escolhidos entre os de maior confiança e melhor informados dos muitíssimos disponíveis. E como se não bastasse, a ata notarial foi escrita e autenticada, passadas algo mais de 70 horas depois do sucedido e no próprio lugar onde ocorrera.